terça-feira, 8 de junho de 2010
Revista Alemã Spiegel diz que Lula é Superstar
terça-feira, 8 de junho de 2010
Präsident Lula, Orchester der Präsidentengarde in Brasília: Trompetensolo vom „Tintenfisch“
A Revista Alemã Spiegel fala sobre as dificuldades que antes o Presidente Brasileiro Lula da Silva teve juntamente com sua familia e que desde muito jovem Lula foi um político muito ativo e lutou contra as desigualdades sociais e sempre defendo os mais pobres...
A revista fala também do triunfo do nosso Presidente Lula juntamente com o Presidente do Irä e o Ministro da Turkia, e diz que foi um ato muito importante na história, porque nenhuma autoridade conseguiu antes, mas o Lula mostrou a todos que é um Bom Chefe de Estado e luta pelos interesses do Povo e do Mundo.
Lula é considerado orador carismático e um grande líder totalmente autêntico que faz um grande trabalho e é aplaudido ao redor do mundo como uma estrela pop, até o Obama Presidente dos Norte americanos, falou que adora Lula.
Como residente no país como a Alemanha, resumindamente escrevo para mostrar como nosso presidente Lula é querido não só aqui como toda Europa mas também como no mundo todo, é um testemunho vivo doque se passa fora do Brasil - Nely Leandro (Germersheim - Alemanha) mailto:nelybrasileira@yahoo.com
Fonte: http://wissen.spiegel.de/wissen/image/show.html?did=70569506&aref=image042/2010/05/20/CO-SP-2010-021-0080-0082.PDF&thumb=false
Editado(a) por Andrea Schilz - Direto da Alemanha em 8.6.10
Copa do Mundo congela Brasileirão e eleições
terça-feira, 8 de junho de 2010
A partir desta semana, com o início da Copa da África do Sul, cessa tudo o que a antiga musa canta, e vamos ficar mais de um mês falando de seleção brasileira. Saem de cena Dilma e Serra, assumem o protagonismo Dunga e seus guerreiros. Quem está bem ou quem está mal no Brasileirão vai ter tempo de descansar, arrumar o time e começar tudo de novo.Todo ano de Copa é assim e, desta vez, as surpresas estão mais no futebol do que na política. Se todos já esperavam um Fla-Flu acirrado entre os candidatos do PT e do PSDB, como tem acontecido desde 1994, o fato novo de 2010 é a luta pela liderança do Brasileirão. Quem poderia imaginar o Ceará disputando pau a pau o primeiro lugar com o Coríntians, os dois com 17 pontos ganhos, com o mesmo número de vitórias e ainda invictos?Na campanha eleitoral, vai ser mais difícil acontecer alguma surpresa. A menos de quatro meses de irmos às urnas, as últimas pesquisas do Ibope e do Datafolha indicam outro empate (37 a 37) entre os dois principais candidatos, mas as curvas mostram a subida de Dilma e a queda de Serra na estimulada, e a vantagem da petista na espontânea (19 a 15).O dado que mais me chamou a atenção no Ibope divulgado neste fim de semana é que Lula ainda tem 12% na pesquisa espontânea, fato que a matéria da Folha ignorou, um claro indicador de que a sua candidata ainda tem uma estrada para crescer á medida em que o eleitorado se convencer de que o presidente não pode disputar a reeleição.A única vez, depois da redemocratização, em que houve uma inversão de posições dos candidatos durante a Copa do Mundo, foi em 1994, quando Fernando Henrique Cardoso, a bordo do Plano Real, ultrapassou Lula e a partir daí caminhou para uma tranquila vitória no primeiro turno.Desta vez, sem Plano Real, a única chance do candidato do PSDB virar o jogo é provar ao distinto eleitorado que é ele o verdadeiro candidato de Lula, e não Dilma, para dar continuidade aos programas do atual governo. Não será fácil, convenhamos.Bem que no início da campanha, na fase “Serrinha Paz e Amor”, ele tentou esta estratégia, elogiando Lula sempre que podia e garantindo que manteria todos os programas do atual governo. Mas as últimas pesquisas, mostrando a crescente transferência de votos de Lula para Dilma, o fizeram mudar de rumo e de conduta, assumindo de vez a cara e o discurso de candidato de oposição.O problema é que, nesta campanha, quem faz o papel de Plano Real, o fator capaz de desequilibrar a disputa, é o próprio Lula, com os sempre crescentes índices de aprovação e de popularidade do seu governo _ e a oposição não tem como colocar novos planos em prática, apenas prometê-los para o futuro. Entre um pássaro na mão e dois voando, o histórico das eleições mostra que o público prefere ficar com a primeira opção.A seu favor, José Serra tem neste mês de junho três programas na televisão e, Dilma, nenhum. O desafio é o que dizer e propor nestes programas, disputando a atenção e a audiência justamente com a Copa do Mundo. Bolívia, Mercosul, trimonialismo, novos ministérios, autonomia do Banco Central e guerra de dossiês, os trunfos até agora empregados, talvez não sejam temas capazes de emocionar a torcida nesta altura do campeonato.Resta-lhe o trunfo da indicação do vice, o que neste momento, com a indefinição do nome, em vez de servir para dar um novo gás na campanha, mais atrapalha do que ajuda a sua caminhada, já que Aécio continuava irredutível.De outro lado, enquanto espera de camarote que prossiga a natural transferência de votos dos que se convencerem de que Lula não é nem pode ser candidato, Dilma Rousseff precisa se preocupar mais com a sua retaguarda do que com grandes lances ofensivos. Basta não errar mais, armar bem a defesa e só avançar em contra-ataques, mais ou menos como a seleção de Dunga.Depois de um início de campanha capenga, como foi constatado aqui no Balaio, a candidata do governo aparentemente conseguiu acertar o prumo, mas as recentes brigas internas no comando político, que desaguaram no até agora mal explicado episódio do “dossiê”, mostram que ela precisa redobrar seus cuidados para não levar bola pelas costas.Minas, mais uma vez, pode ser o fiel da balança, ao contrário do que acontece no Brasileirão, onde seus times vão mal das pernas (o Cruzeiro, em 11º, e o Atlético, na zona de rebaixamento). É lá que será decidida, provavelmente ainda hoje, a aliança nacional entre PT e PMDB. Se o PT bater o pé e não apoiar Hélio Costa para governador, pode ir para o espaço a aliança com Michel Temer de vice e o latifúndio de tempo do PMDB na eleição, o grande trunfo do governo para, depois da Copa, mostrar que Lula é Dilma e jogar no plebiscito contra o PSDB de Serra e FHC.Mas as últimas notícias que chegam de lá também não são nada animadoras para o candidato da oposição. “Base de Aécio vacila em apoiar Serra”, mancheteia a Folha desta segunda feira (página A6), informando que “de 264 prefeituras de PSDB-PPS-DEM em MG, 79 se disseram neutras, indecisas ou mesmo a favor de Dilma”.Ao se justificar, o prefeito de Nova Belém, Valdeci Dornelas (PPS), resumiu o sentimento tão mineiro que pode mais uma vez predominar nas eleições de 2010, como já aconteceu em 2002 e 2006, quando Lula e Aécio foram candidatos:“Eu prefiro ficar quieto, deixa o povo ficar à vontade”.Em tempo: a última pesquisa do Ibope confirma mais uma vez o índice de 5% dos eleitores que consideram o governo Lula “ruim ou péssimo”, tema do Balaio na semana passada, que gerou muita polêmica e mais de 1.300 comentários publicados (fora outro tanto que me vi obrigado a deletar por medida profilática em respeito aos leitores).Em tempo 2: o Ultimo Segundo, do iG , informou agora à tarde que Hélio Costa será o candidato a governador da aliança PT-PMDB em Minas Gerais. Assim, está assegurada a chapa Dilma-Temer para a disputa da Presidência da República. Só falta agora definir o vice da chapa de José Serra, do PSDB-DEM-PPS. O empresário Guilherme Leal já havia sido confirmado como vice de Marina Silva, do PV.Em tempo 3: vale um registro a competente apresentação do país da Copa do Mundo feita pela Fátima Bernardes na abertura do Jornal Nacional desta segunda-feira. Em poucos minutos, a repórter-apresentadora ou apresentadora-repórter nos levou ao coração da África do Sul, falou do dia da seleção brasileira, mostrou as torcidas, os estádios, a divisão entre brancos e negros, que ainda resiste no país da Copa. Lá, já passava da uma hora da madrugada, mas parecia que ela tinha acabado de acordar. Belo trabalho, Fátima.Em tempo 4: na parte política, reparei que o JN continua sendo uma espécie de “Veja no ar”, reproduzindo e repercutindo as matérias da revista, sem esquecer de abrir espaço para o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), uma espécie de porta-voz oficial da oposição na Globo.Autor: Ricardo Kotscho
Editado(a) por Jussara Seixas em 8.6.10
terça-feira, 25 de maio de 2010
O Brasil de Lula luta em todas as frentes e é o porta voz natural das economias emergentes
terça-feira, 25 de maio de 2010
Le monde :
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visto durante a inauguração da quadra Jamelão, na vila olímpica da Mangueira, no Rio de JaneiroÉ Lula pra cá, Brasil pra lá! O mundo se agita com as declarações do presidente brasileiro e com as façanhas não somente futebolísticas de seus compatriotas. Vimos Luiz Inácio Lula da Silva repreendendo a Alemanha por sua hesitação em salvar a Grécia, e oferecendo sua mediação no conflito entre Israel e Palestina.Vimo-lo tentando, junto com os turcos, arrefecer a questão nuclear iraniana, e apoiar os argentinos em seu conflito contra os britânicos a respeito das Ilhas Malvinas e seu petróleo. Mas “o homem mais popular do mundo”, segundo Barack Obama, não se apoia somente em seu carisma para falar em alto e bom som. Ele representa um Brasil em plena forma que, após uma depressão causada pela crise, segue de perto a China e a Índia em termos de crescimento.A Petrobras, grupo petrolífero que é a empresa mais lucrativa da América Latina, a Vale, líder mundial do ferro, a Embraer, que poderá muito bem superar a Boeing e a Airbus em breve no setor de aviação, são apenas alguns dos orgulhos de uma economia industrial de primeira ordem. No setor agrícola o crescimento é comparável, e valeu ao Brasil o título de “celeiro do mundo”. Soja, açúcar, etanol, café, frutas, algodão, frango, etc. fazem dele um concorrente temível para os produtores europeus. Agora é o Brasil, representado de forma brilhante por seu ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, que mais pressiona por uma conclusão das negociações da Rodada Doha. Em comparação, os Estados Unidos parecem presos em um protecionismo de outros tempos.Menos temido que a China ou a Índia, de populações na casa dos bilhões, mais respeitado que uma Rússia dependente de suas matérias-primas, o Brasil é o verdadeiro porta-voz dessas economias emergentes que puxam o crescimento mundial. Com o eixo econômico do mundo se deslocando para o Sul, ele pode com razão exigir que aqueles que estão substituindo os países do Norte sejam mais bem representados nas instâncias internacionais, a começar pelo Banco Mundial e pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). Sem esquecer o Conselho de Segurança da ONU, no qual o Brasil almeja uma cadeira de membro permanente.Porque “o século 21 será o século dos países que não tiveram sua chance”, e por ele acreditar estar “na metade de [sua] carreira política”, Lula, 65, poderá se candidatar ao secretariado geral da ONU em 2012. Ele também deverá lutar para melhorar o G20, cuja influência ele considera “muito pequena”. Continuaremos a ouvir falar do ex-metalúrgico, amigo das favelas e dos investidores. Continuaremos a ouvir falar de um Brasil no despontar de seus “trinta anos gloriosos”. Tradução: Lana LimDILMA NA WEB: http://www.dilmanaweb.com.br/content/main/
Editado(a) por Jussara Seixas em 25.5.10
domingo, 16 de maio de 2010
Estilo de vida descartável
É sempre interessante aprender um pouco mais de marketing e de novas gerações no consumo!
Um artigo do Jornal de Negócios, já com algum tempo mas ainda actual.
Tem alguns cortes para não se tornar demasiado extenso.
Na chamada geração "dinki" tudo é feito para durar pouco pelo que os hábitos de consumo são também descartáveis.
Marcas como IKEA, Sony e Nokia dominam.Dos 25 aos 35. A geração do consumo descartável. Tudo parece ser descartável para os "Dinkis". São jovens casais entre os 25 e os 35 anos que não têm filhos. Em busca de prazer constante, mudam o que for preciso para ficar bem. Vão ao Ikea e transformam a casa. Compram tecnologia Sony e andam com relógios Swatch no pulso. O tempo é um valor.
SE NÃO DÁ, NÃO DÁ. Procura-se outra casa, procura-se outro emprego, arranja-se outro marido.
E assim são os "Dinkis", os jovens casais sem filhos, com idades entre os 25 e os 35. São dominados pela cultura "chaiselongue" (estética e "design") e Prozac (ansiedade e falta de tempo). São exigentes e querem viver a vida ao máximo. Hedonistas e individualistas, buscam o prazer em cada segundo da sua existência. E, por isso, mudam, transformam e reconstroem. Algo que podem fazer no Ikea, de relógio Swatch no pulso e tecnologia Sony no bolso. Estas são algumas conclusões do estudo: "Mudanças, Tendências e Marcas", realizado pela empresa de estudos de mercado Millward Brown, do grupo WPP. Uma análise efectuada em 20 capitais de 18 países da Europa e América Latina. Na capital portuguesa, o estudo foi apoiado pela consultora de comunicação Hill & Knowlton e pelo Banco Espírito Santo. Teve por base 200 indivíduos com idades entre os 25 e os 35 anos, casais heterossexuais de classe A/B/C 1, com um estilo de vida considerado activo e moderno.
Ikea à medida.
Casas informais, dinâmicas e com muita luz, áreas abertas e onde impera o "design". É esta a demanda dos "Dinkis". A estética tem que estar presente em casa. E na vida. São devoradores de decoração. E gostam de mudar.Para eles, "tudo é feito para durar pouco tempo". Até a casa. Preferem tudo o que é descartável. E por isso compram no Ikea. Afinal, o Ikea é "funcional e prático", dois valores que os "Dinkis" exigem das marcas. Representa o novo conceito de casal. Efémero, com produtos fáceis de usar e que poupam tempo, trabalho e espaço.
Sony muito à frente.
Verdadeiros adeptos do "home cinema", os jovens casais sem filhos adoram sistemas inteligentes e equipamentos activados por voz. Plasmas, computadores e DVD fazem parte da mobília. A Sony é apontada pelos inquiridos como aproposta para um escape audiovisual. (…) É uma marca que, segundo os "Dinkis", "está muito à frente" em termos de inovação.
A Nokia aparece também nas marcas eleitas. (...) Afinal, "quem tem um, sabe trabalhar com todos". E a cultura da facilidade em acção. (…)
Coca-Cola e hedonismo.
Os "Dinkis" vivem o presente e regem-se segundo uma força centrífuga. Procuram o "eu" ideal e buscam o elixir da juventude. Por isso, as actividades diárias são comparadas a uma guerrilha. A uma selva urbana, havendo uma tendência para o esforço-recompensa. E quais são as compensações reclamadas pelos jovens sem filhos? Viagens e férias. São a fuga à prisão de asfalto. Significam a redescoberta da natureza e a conquista de culturas exóticas. E o regresso ao paraíso.O próprio lar é concebido como "um refugio, um oásis no deserto, o descanso do guerreiro.”E porque procuram boa vida, os "Dinkis" apontam a marca Coca-Cola como uma das predilectas. É o símbolo da partilha de bons momentos. "E o antídoto para a sociedade perigosa". (…)As campanhas da gigante de bebidas são das preferidas destes jovens. Quais os motivos? "Criatividade, cores apelativas e música", justificam.
Os "Dinkis" são apreciadores assumidos de "marketing" e publicidade. Dos 130 anúncios publicitários de televisão mencionados no estudo, o reconhecimento foi elevado em marcas como a Nike, Citröen, Peugeot, Heineken, Toyota, Pepsi, Skoda, Johnie Walker, Dove, Axe, MasterCard e Doritos. Destacam também a "juventude e irreverência" da William Lawsons e o "humor e a originalidade" da Vodafone.
Os "Dinkis" frequentam ginásios e fazem cirurgias plásticas. A estética e o corpo andam de mãos dadas. Motivos para fazer da Nike uma marca de eleição. Para este segmento, a marca simboliza heróis no mundo do desporto e está associada à inteligência muscular. Lidera e determina. "Just do it", diz a marca e dizem os "Dinkis".
Os filhos são vistos pelos "Dinkis" como um "entrave" ao divertimento e ao gozo da vida. Por isso, adiam a responsabilidade de educar. E optam por animais de estimação. Aproveitar cada segundo é o lema. Patente na escolha da Swatch. "Tem o tempo de vida ideal: dura dois anos. Depois já passou de moda. E compra-se outro relógio", justificam. (…)Mentes abertas, os "Dinkis" dizem "sim" ao sexo, às uniões de facto, à homossexualidade e às famílias monoparentais. "Vai ser raro ver o pai, a mãe e o filho, todos na mesma casa e ao mesmo tempo", afirmam.(…)
Lanidor executiva.
Os jovens dos 25 aos 35 valorizam o progresso profissional. Não se realizam sem ele. Até porque significa ter mais dinheiro. E por isso, o sexo feminino projecta-se na Lanidor, associada a "jovem executiva. Também gostam da Zara, "informada e atenta às tendências da moda". Mas é considerada mais "roupa de fim-de-semana". E, além disso, está associada a "mau atendimento e fraca qualidade". Diferentes são as mulheres, dos 25 aos 35 anos, com filhos. Optam pela MassimoDutti. "A marca tem classe e está na moda", dizem. Para elas, os filhos estão em primeiro lugar. E por isso, querem as melhores marcas. O preço não é o factor mais importante. Escolhem marcas como a Chicco. Afinal é "carinhosa, amigável e protectora". (…)Os casais jovens com filhos gostam de conforto e honestidade.
Para telemóvel escolhem a marca Vodafone. Sinónimo de "credibilidade". (…)
Audi é cara.
(…) Marca que se encontra no terceiro nível de marcas preferidas para os "Dinkis". (…)O custo elevado da Audi simboliza um dos maiores medos dos "Dinkis": o endividamento. Cartões de crédito, hipotecas e prestações fazem parte do dia a dia destes jovens casais. Atitudes, muitas vezes impulsivas, que geram preocupações e aumentam o pacote dos receios, onde já estão fantasmas como o desemprego, instabilidade, divórcio, doença e morte. Endividamento, hipotecas e cartões de crédito.
Tendo como pano de fundo estas mudanças e valores, preocupações e anseios, os jovens casais sem filhos, dos 25 aos 35, chamados "Dinkis", definem-se a si próprios com adjectivos ou frases tais como: "Qualidade de Vida", "Ambição", "Falta de Tempo" e "Consumismo".
De acordo com o estudo da Millward Brown, os símbolos que melhor representam estes jovens são o carro (80%), as hipotecas/empréstimos (63%) e os cartões de crédito (52%).Jornalista: LÚCIA CRESPO
Um artigo do Jornal de Negócios, já com algum tempo mas ainda actual.
Tem alguns cortes para não se tornar demasiado extenso.
Na chamada geração "dinki" tudo é feito para durar pouco pelo que os hábitos de consumo são também descartáveis.
Marcas como IKEA, Sony e Nokia dominam.Dos 25 aos 35. A geração do consumo descartável. Tudo parece ser descartável para os "Dinkis". São jovens casais entre os 25 e os 35 anos que não têm filhos. Em busca de prazer constante, mudam o que for preciso para ficar bem. Vão ao Ikea e transformam a casa. Compram tecnologia Sony e andam com relógios Swatch no pulso. O tempo é um valor.
SE NÃO DÁ, NÃO DÁ. Procura-se outra casa, procura-se outro emprego, arranja-se outro marido.
E assim são os "Dinkis", os jovens casais sem filhos, com idades entre os 25 e os 35. São dominados pela cultura "chaiselongue" (estética e "design") e Prozac (ansiedade e falta de tempo). São exigentes e querem viver a vida ao máximo. Hedonistas e individualistas, buscam o prazer em cada segundo da sua existência. E, por isso, mudam, transformam e reconstroem. Algo que podem fazer no Ikea, de relógio Swatch no pulso e tecnologia Sony no bolso. Estas são algumas conclusões do estudo: "Mudanças, Tendências e Marcas", realizado pela empresa de estudos de mercado Millward Brown, do grupo WPP. Uma análise efectuada em 20 capitais de 18 países da Europa e América Latina. Na capital portuguesa, o estudo foi apoiado pela consultora de comunicação Hill & Knowlton e pelo Banco Espírito Santo. Teve por base 200 indivíduos com idades entre os 25 e os 35 anos, casais heterossexuais de classe A/B/C 1, com um estilo de vida considerado activo e moderno.
Ikea à medida.
Casas informais, dinâmicas e com muita luz, áreas abertas e onde impera o "design". É esta a demanda dos "Dinkis". A estética tem que estar presente em casa. E na vida. São devoradores de decoração. E gostam de mudar.Para eles, "tudo é feito para durar pouco tempo". Até a casa. Preferem tudo o que é descartável. E por isso compram no Ikea. Afinal, o Ikea é "funcional e prático", dois valores que os "Dinkis" exigem das marcas. Representa o novo conceito de casal. Efémero, com produtos fáceis de usar e que poupam tempo, trabalho e espaço.
Sony muito à frente.
Verdadeiros adeptos do "home cinema", os jovens casais sem filhos adoram sistemas inteligentes e equipamentos activados por voz. Plasmas, computadores e DVD fazem parte da mobília. A Sony é apontada pelos inquiridos como aproposta para um escape audiovisual. (…) É uma marca que, segundo os "Dinkis", "está muito à frente" em termos de inovação.
A Nokia aparece também nas marcas eleitas. (...) Afinal, "quem tem um, sabe trabalhar com todos". E a cultura da facilidade em acção. (…)
Coca-Cola e hedonismo.
Os "Dinkis" vivem o presente e regem-se segundo uma força centrífuga. Procuram o "eu" ideal e buscam o elixir da juventude. Por isso, as actividades diárias são comparadas a uma guerrilha. A uma selva urbana, havendo uma tendência para o esforço-recompensa. E quais são as compensações reclamadas pelos jovens sem filhos? Viagens e férias. São a fuga à prisão de asfalto. Significam a redescoberta da natureza e a conquista de culturas exóticas. E o regresso ao paraíso.O próprio lar é concebido como "um refugio, um oásis no deserto, o descanso do guerreiro.”E porque procuram boa vida, os "Dinkis" apontam a marca Coca-Cola como uma das predilectas. É o símbolo da partilha de bons momentos. "E o antídoto para a sociedade perigosa". (…)As campanhas da gigante de bebidas são das preferidas destes jovens. Quais os motivos? "Criatividade, cores apelativas e música", justificam.
Os "Dinkis" são apreciadores assumidos de "marketing" e publicidade. Dos 130 anúncios publicitários de televisão mencionados no estudo, o reconhecimento foi elevado em marcas como a Nike, Citröen, Peugeot, Heineken, Toyota, Pepsi, Skoda, Johnie Walker, Dove, Axe, MasterCard e Doritos. Destacam também a "juventude e irreverência" da William Lawsons e o "humor e a originalidade" da Vodafone.
Os "Dinkis" frequentam ginásios e fazem cirurgias plásticas. A estética e o corpo andam de mãos dadas. Motivos para fazer da Nike uma marca de eleição. Para este segmento, a marca simboliza heróis no mundo do desporto e está associada à inteligência muscular. Lidera e determina. "Just do it", diz a marca e dizem os "Dinkis".
Os filhos são vistos pelos "Dinkis" como um "entrave" ao divertimento e ao gozo da vida. Por isso, adiam a responsabilidade de educar. E optam por animais de estimação. Aproveitar cada segundo é o lema. Patente na escolha da Swatch. "Tem o tempo de vida ideal: dura dois anos. Depois já passou de moda. E compra-se outro relógio", justificam. (…)Mentes abertas, os "Dinkis" dizem "sim" ao sexo, às uniões de facto, à homossexualidade e às famílias monoparentais. "Vai ser raro ver o pai, a mãe e o filho, todos na mesma casa e ao mesmo tempo", afirmam.(…)
Lanidor executiva.
Os jovens dos 25 aos 35 valorizam o progresso profissional. Não se realizam sem ele. Até porque significa ter mais dinheiro. E por isso, o sexo feminino projecta-se na Lanidor, associada a "jovem executiva. Também gostam da Zara, "informada e atenta às tendências da moda". Mas é considerada mais "roupa de fim-de-semana". E, além disso, está associada a "mau atendimento e fraca qualidade". Diferentes são as mulheres, dos 25 aos 35 anos, com filhos. Optam pela MassimoDutti. "A marca tem classe e está na moda", dizem. Para elas, os filhos estão em primeiro lugar. E por isso, querem as melhores marcas. O preço não é o factor mais importante. Escolhem marcas como a Chicco. Afinal é "carinhosa, amigável e protectora". (…)Os casais jovens com filhos gostam de conforto e honestidade.
Para telemóvel escolhem a marca Vodafone. Sinónimo de "credibilidade". (…)
Audi é cara.
(…) Marca que se encontra no terceiro nível de marcas preferidas para os "Dinkis". (…)O custo elevado da Audi simboliza um dos maiores medos dos "Dinkis": o endividamento. Cartões de crédito, hipotecas e prestações fazem parte do dia a dia destes jovens casais. Atitudes, muitas vezes impulsivas, que geram preocupações e aumentam o pacote dos receios, onde já estão fantasmas como o desemprego, instabilidade, divórcio, doença e morte. Endividamento, hipotecas e cartões de crédito.
Tendo como pano de fundo estas mudanças e valores, preocupações e anseios, os jovens casais sem filhos, dos 25 aos 35, chamados "Dinkis", definem-se a si próprios com adjectivos ou frases tais como: "Qualidade de Vida", "Ambição", "Falta de Tempo" e "Consumismo".
De acordo com o estudo da Millward Brown, os símbolos que melhor representam estes jovens são o carro (80%), as hipotecas/empréstimos (63%) e os cartões de crédito (52%).Jornalista: LÚCIA CRESPO
Economia sempre bem vinda!
Sabão Feito com Óleo de Cozinha
Ingredientes:
2 litros de óleo de cozinha usado
350 g de soda cáustica em escama
350 ml de água
Modo de preparo:
Dissolva a soda cáustica na água em uma vasilha reforçada, pode ser uma lata de tinta de 18 litros. Reserve.
Coloque o óleo, já coado, em um recipiente e leve ao fogo até aquecer em temperatura aproximada a 60ºC. Apague o fogo e, em seguida, acrescente a soda, já dissolvida, e mexa até engrossar por 20 a 30 minutos. Despeje o conteúdo em fôrmas de sabão e aguarde a secagem.
Lembre-se que o óleo de cozinha não pode ser jogado no ralo pois contamina a água, aqui em Curitiba a prefeitura tem postos de coleta e na rede Pão de Açucar dispõ de uma central que dá pra fazer o descarte também!
Ingredientes:
2 litros de óleo de cozinha usado
350 g de soda cáustica em escama
350 ml de água
Modo de preparo:
Dissolva a soda cáustica na água em uma vasilha reforçada, pode ser uma lata de tinta de 18 litros. Reserve.
Coloque o óleo, já coado, em um recipiente e leve ao fogo até aquecer em temperatura aproximada a 60ºC. Apague o fogo e, em seguida, acrescente a soda, já dissolvida, e mexa até engrossar por 20 a 30 minutos. Despeje o conteúdo em fôrmas de sabão e aguarde a secagem.
Lembre-se que o óleo de cozinha não pode ser jogado no ralo pois contamina a água, aqui em Curitiba a prefeitura tem postos de coleta e na rede Pão de Açucar dispõ de uma central que dá pra fazer o descarte também!
terça-feira, 11 de maio de 2010
Juiz de Fora abre inscrições para 2ª etapa do Campeonato Brasileiro de Regularidade da FBVA
De 29 de julho a 1º de agosto acontecerá o V Rally Estrada União e Indústria a partir da cidade de Juiz de Fora - MG. A largada e a chegada serão no Independência Shopping. O rally vale como a 2ª etapa do Campeonato Brasileiro de Regularidade de Veículos Antigos, cuja 1ª etapa aconteceu em abril na cidade de Águas de Lindóia - SP. Veja os resultados da 1ª Etapa, no site da FBVA (www.fbva.org.br). A prova consiste em uma competição de regularidade, onde - considerando trajeto, tempo e velocidades - caberá ao competidor percorrê-la dentro das normas estabelecidas. As velocidades permitidas sempre levarão em conta o trecho percorrido e as regras de trânsito.
Como na 1ª etapa, a competição será dividida em categorias, estabelecidas pela FBVA e pela FIVA (Federação Internacional de Veículos Antigos ). Este campeonato tem a chancela da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA).
Para participar, os veículos precisam passar pela vistoria e aprovação do Veteran Car Club do Brasil - Clube do Automóvel Antigo de Juiz de Fora, que estará organizando esta etapa do Campeonato.
» Clique aqui e baixe a ficha de inscrição (.doc)
» Clique aqui e baixe o regulamento do Campeonato (.pdf)
Confira abaixo a programação preliminar:
22 de julho - Liberação, através do site da FBVA, da Planilha de Bordo e de todos os dados necessários para a realização da Prova.
29 de julho
13h - Entrega do Livro de Bordo, colocação dos adesivos nos veículos, com início da vistoria em área pré-definida do Independência Shopping.
20h - Jantar de boas-vindas aos inscritos, no Constantino Hotel.
30 de julho
8h - Largada no Independência Shopping
20 - Jantar para os inscritos, no Constantino Hotel com liberação dos resultados do dia.
Trajeto provisório do dia 30:
Juiz de Fora - Estrada União Indústria até Itaipava - Petrópolis - Visita ao Museu Imperial - Araras - Almoço no Hotel Pedra Bonita - Juiz de Fora (pela BR 040)
Trajeto: 270 Km - previsão de chegada 16h30
31 de julho
9h - Largada no Independência Shopping
20h - Jantar no Privilége com resultado final e entrega da premiação
Trajeto provisório do dia 31:
J Fora - Bicas (Sto. Antonio) - Rochedo de Minas - S J Nepomuceno - Descoberto ou Rio Novo - Guarani - Piraúba - Rio Pomba - Sta. Barbara do Tugúrio - Br 040 - Stos. Dumont (Museu de Cabangú com almoço) - Juiz de Fora
Trajeto: 280 Km - previsão de chegada 16h30
1º de agosto
Dia liberado para retorno.
De 29 de julho a 1º de agosto acontecerá o V Rally Estrada União e Indústria a partir da cidade de Juiz de Fora - MG. A largada e a chegada serão no Independência Shopping. O rally vale como a 2ª etapa do Campeonato Brasileiro de Regularidade de Veículos Antigos, cuja 1ª etapa aconteceu em abril na cidade de Águas de Lindóia - SP. Veja os resultados da 1ª Etapa, no site da FBVA (www.fbva.org.br). A prova consiste em uma competição de regularidade, onde - considerando trajeto, tempo e velocidades - caberá ao competidor percorrê-la dentro das normas estabelecidas. As velocidades permitidas sempre levarão em conta o trecho percorrido e as regras de trânsito.
Como na 1ª etapa, a competição será dividida em categorias, estabelecidas pela FBVA e pela FIVA (Federação Internacional de Veículos Antigos ). Este campeonato tem a chancela da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA).
Para participar, os veículos precisam passar pela vistoria e aprovação do Veteran Car Club do Brasil - Clube do Automóvel Antigo de Juiz de Fora, que estará organizando esta etapa do Campeonato.
» Clique aqui e baixe a ficha de inscrição (.doc)
» Clique aqui e baixe o regulamento do Campeonato (.pdf)
Confira abaixo a programação preliminar:
22 de julho - Liberação, através do site da FBVA, da Planilha de Bordo e de todos os dados necessários para a realização da Prova.
29 de julho
13h - Entrega do Livro de Bordo, colocação dos adesivos nos veículos, com início da vistoria em área pré-definida do Independência Shopping.
20h - Jantar de boas-vindas aos inscritos, no Constantino Hotel.
30 de julho
8h - Largada no Independência Shopping
20 - Jantar para os inscritos, no Constantino Hotel com liberação dos resultados do dia.
Trajeto provisório do dia 30:
Juiz de Fora - Estrada União Indústria até Itaipava - Petrópolis - Visita ao Museu Imperial - Araras - Almoço no Hotel Pedra Bonita - Juiz de Fora (pela BR 040)
Trajeto: 270 Km - previsão de chegada 16h30
31 de julho
9h - Largada no Independência Shopping
20h - Jantar no Privilége com resultado final e entrega da premiação
Trajeto provisório do dia 31:
J Fora - Bicas (Sto. Antonio) - Rochedo de Minas - S J Nepomuceno - Descoberto ou Rio Novo - Guarani - Piraúba - Rio Pomba - Sta. Barbara do Tugúrio - Br 040 - Stos. Dumont (Museu de Cabangú com almoço) - Juiz de Fora
Trajeto: 280 Km - previsão de chegada 16h30
1º de agosto
Dia liberado para retorno.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Os Inconfidentes
Ataíde Lemos*
No fim do século XVIII, tempo do Brasil colonial
Houve o primeiro movimento para libertar o país de Portugal
Foi no ciclo do ouro e aconteceu em terras mineiras
A conspiração de notáveis, que não aceitavam a roubalheira.
Toda riqueza que aqui se produzia, embora ia
Quando mais ouro se extraia, mais Portugal queria
Esta pressão fez com que difundisse o sonho de liberdade
Pois o Brasil não aceitava tamanha tirania e crueldade.
Dentre os inconfidentes um líder se destacava
O alferes Francisco José da Silva Xavier
Que pelo apelido Tiradentes todos o chamava.
Infelizmente, no movimento havia um traidor
Que aquele sonho de liberdade fez se dissipar
Porem surgiu heróis que tanto nos faz orgulhar.
*Ataíde Lemos é Poeta e Escritor
Ataíde Lemos*
No fim do século XVIII, tempo do Brasil colonial
Houve o primeiro movimento para libertar o país de Portugal
Foi no ciclo do ouro e aconteceu em terras mineiras
A conspiração de notáveis, que não aceitavam a roubalheira.
Toda riqueza que aqui se produzia, embora ia
Quando mais ouro se extraia, mais Portugal queria
Esta pressão fez com que difundisse o sonho de liberdade
Pois o Brasil não aceitava tamanha tirania e crueldade.
Dentre os inconfidentes um líder se destacava
O alferes Francisco José da Silva Xavier
Que pelo apelido Tiradentes todos o chamava.
Infelizmente, no movimento havia um traidor
Que aquele sonho de liberdade fez se dissipar
Porem surgiu heróis que tanto nos faz orgulhar.
*Ataíde Lemos é Poeta e Escritor
Assinar:
Postagens (Atom)